Sequestrador de Thayná foi preso perto de uma pensão no RS

Sequestrador de Thayná foi preso perto de uma pensão no RS
novembro 13 19:59 2017 Imprimir Este Artigo

O foragido da Justiça, Ademir Lúcio Araújo Ferreira, de 55 anos, acusado de sequestrar a estudante Thayná Andressa de Jesus Prado, de 12 anos, estaria escondido em uma pensão na capital Porto Alegre (RS). Ele andava de bicicleta na rua, próximo ao local citado, quando foi preso na madrugada desta segunda-feira (13). As informações são da Brigada Militar gaúcha e da Secretaria de Segurança do Espírito Santo (Sesp), em entrevistas cedidas à Rádio CBN.

De acordo com o secretário de Segurança Pública, André Garcia, informou que uma equipe da Polícia Civil capixaba está desde a semana passada no Sul do país e contou com a ajuda de militares gaúchos. O local da prisão fica próximo à Rodoviária de Porto Alegre, de acordo com o tenente coronel Amorim da 9ª Brigada Militar do Rio Grande do Sul.

“Estávamos com quatro policiais militares no local, no momento da prisão e havia viaturas estrategicamente presentes no local. Agimos de uma forma que não chamasse a atenção do delinquente”, segundo o coronel, em entrevista exclusiva à CBN.

Ademir deve ser transferido ao Espírito santo ainda nesta segunda. André Garcia informou que foram realizadas buscas em albergues no Rio Grande do Sul.

Cooperação entre delegacias

Além de uma equipe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), policiais de outras unidades, como a Delegacia de Repressão aos Crimes Eletrônicos (DRCE), estiveram envolvidos nas buscas e investigações. “As equipes fizeram monitoramento também das redes sociais, neste caso, com ajuda de policiais da Crimes Eletrônicos”, informou André Garcia.

A costureira Clemilda Aparecida de Jesus, de 39 anos, mãe de Thayná, foi à Polícia Civil nesta segunda-feira para rever as vestes encontradas junto à ossada de uma menina, na última sexta-feira, no bairro Areinha, em Viana. A instituição também programou uma coleta de DNA da costureira para comparação com o material cadavérico. “Não gosto de me antecipar e ser leviano, mas tudo indica que a ossada seja dela. Por enquanto não é possível afirmar”, afirma Garcia.

Informações (Gazeta)

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